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Dia dos Pais: 6 dicas para preparar seu e-commerce

Do catálogo à infraestrutura, passando pela estratégia omnichannel e pelos vários pontos de contato digitais, veja o que você precisa fazer para vender mais no Dia dos Pais.

Caixinha de presente azul com um laço branco e corações espalhados ao redor

O Dia dos Pais será um “beta teste” do que vem aí para o varejo neste segundo semestre do ano. Com uma parcela cada vez maior da população vacinada, o aumento da confiança dos clientes e a retomada da economia, o otimismo aos poucos cresce e indica que o pior já ficou para trás.

Se em 2020 vivíamos o medo de um vírus ainda pouco conhecido e medidas mais restritivas, desta vez a tônica é de liberação cada vez maior do funcionamento do varejo físico. Mesmo assim, bons hábitos permanecerão: os consumidores aumentaram suas compras online em 22% no Dia dos Pais 2020 e criaram o costume de iniciar sua jornada no digital. Isso não muda mais.

“Em 2021, o Dia dos Pais será mais omnichannel, uma vez que os consumidores vão poder se beneficiar tanto da praticidade do digital, quanto da experiência do mundo físico”, comenta Alessandro Gil, diretor da Linx Digital. Para o executivo, uma forte presença online é essencial para estimular as vendas físicas. “Quem não é relevante no digital deixa de ser visto como uma opção pelos clientes. É preciso aproveitar o potencial do varejo online para fechar vendas onde, como e quando o cliente quiser”, afirma.

Para que isso aconteça, porém, é preciso estar atento a estes 6 pontos:

1) Revise o catálogo do seu site

Datas comemorativas são um bom momento para impulsionar as vendas de determinadas categorias. No Dia dos Pais, por exemplo, eletrônicos, vestuário e acessórios costumam ter boa saída. Para estar preparado, o varejo deve ter uma atenção especial ao catálogo do seu site. “Ao mesmo tempo em que o consumidor quer novidades, essa pode ser uma boa oportunidade para vender produtos relacionados”, explica Gil.

Dessa forma, trabalhar o cross selling se torna ainda mais importante. Revise o mix de produtos do seu site, eliminando links quebrados, definindo os destaques da temporada e os itens relacionados que podem gerar oportunidades adicionais de venda.

2) Use o digital para impulsionar a loja física

Com a mudança de comportamento dos clientes em 2020, o digital se tornou ainda mais importante para as vendas nas lojas físicas. “Praticamente toda jornada começa no digital. Se você não encantar o cliente no online, ele dificilmente escolherá ir a uma loja sua”, adverte Gil.

Seu e-commerce deve comunicar claramente o posicionamento da sua marca, apresentar produtos relevantes para cada cliente e simplificar o processo de compra. Ao mesmo tempo, deve criar possibilidades para levar os clientes para o ponto de venda físico. “Alternativas de retirada de produtos nas lojas ou indicações de onde estão as lojas mais próximas funcionam bem como parte da experiência de consumo”, sugere o executivo.

3) Otimize sua estrutura

Muitas vezes, o cliente só quer a experiência mais rápida e prática possível. Se o seu e-commerce não estiver preparado, você ficará para trás. “Simplificar o processo de compra, com opções como a compra sem login, sugestões personalizadas de cross selling e buscas inteligentes, gera resultados relevantes”, comenta.

Esteja atento, especialmente, à integração dos sistemas. Dessa forma, o processamento de pagamentos será mais rápido e diminuem os riscos de vender um produto que não está mais no estoque da loja mais próxima. “A experiência do cliente exige rever toda a estrutura do negócio para garantir alta velocidade e informações corretas em todos os pontos de contato”, analisa Gil.

4) Velocidade, velocidade, velocidade

Quando clientes desejam experiências de compra rápidas, fáceis e práticas, o varejo precisa ter o cuidado de acelerar o carregamento das páginas do site. Nas transações mobile, o limite do pacote de dados do cliente é um limitador importante: tenha uma página muito pesada e a experiência passa a ser ruim. “Ninguém fica esperando uma página carregar. Por isso, é preciso simplificar o layout, otimizar o tamanho das imagens e ter um site estruturado na retaguarda para entregar máxima velocidade”, diz o executivo.

Varejistas que se apoiam em uma arquitetura cloud ganham a flexibilidade de aumentar ou diminuir a capacidade do site de acordo com a demanda. Dessa forma, é possível ter um bom desempenho sem manter uma grande capacidade ociosa (o que representa custo adicional). “O e-commerce é um negócio de margens apertadas, mas ao mesmo tempo é preciso ser rápido e eficiente. A nuvem entrega eficiência, produtividade e custos baixos”, comenta.

5) Trabalhe as várias alternativas digitais

Vender por meios digitais não se restringe ao e-commerce. Cada vez mais, aplicativos de mensagem, marketplaces e redes sociais são recursos importantes para captar clientes e gerar vendas. “O social selling se tornou um driver importante de vendas, os marketplaces foram o motor do e-commerce na pandemia e o WhatsApp é um canal eficiente para interagir com o cliente. Todos eles precisam fazer parte de sua estratégia”, afirma Gil.

Com isso, é preciso levar em conta a dinâmica das redes sociais, considerar o impacto de vários marketplaces em sua estratégia de negócios e personalizar o relacionamento com o consumidor em todos os meios de contato. “Personalize a publicidade em cada marketplace, com abordagens diferentes. Construa uma jornada que capture o cliente nas redes sociais e leve para suas plataformas. E personalize o relacionamento no WhatsApp”, recomenda o executivo.

6) Não abra mão do omnichannel

Não basta pensar o e-commerce de maneira isolada de suas lojas físicas. O ideal é exatamente o oposto: usar as forças do digital e do mundo físico para aumentar a interação com os clientes com sua marca. “Para o cliente não existe separação entre online e offline. Por isso, as marcas devem ser capazes de identificar os clientes e personalizar o relacionamento, seja na loja física, seja no smartphone”, comenta Gil.

Para o executivo da Linx Digital, essa abordagem traz uma série de benefícios. “Trabalhar conjuntamente os estoques, por exemplo, elimina duplicações, reduz custos e aumenta a velocidade de entrega para os clientes. Para isso, é claro, é preciso contar com uma estrutura logística afinada, com transportadoras capazes de entregar com a agilidade necessária”, explica.

Segundo Alessandro Gil, o Dia dos Pais pode ser uma oportunidade de aprofundar o relacionamento com o cliente e gerar mais fidelidade, o que traz resultados de curto prazo. “Pensando mais adiante, na Black Friday e no Natal, será muito mais simples e rápido trazer o cliente que foi bem atendido no Dia dos Pais do que investir para atrair novos consumidores. Por isso, encare o Dia dos Pais como o início de toda a jornada de vendas deste segundo semestre”, finaliza.

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Fonte feed: E-commerce Brasil