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O futuro dos meios de pagamento: segurança e open banking

O Brasil enfrentou de maneira brilhante os desafios de segurança dos cartões presentes (com chip e senhas). Porém, o mesmo ainda não pode ser dito para as transações virtuais. “O ambiente digital acelerado pela pandemia permitiu um aumento expressivo das tendências de fraudes nos meios de pagamentos. E isso vale tanto para compradores como vendedores”, afirmou Gustavo Carvalho, Diretor Executivo da CyberSource.

Sob o ponto de vista do comprador, Carvalho diz que os problemas começam pelo grande número de entrantes no e-commerce. “Muitos desconhecem os protocolos de segurança, senhas… Como nem sempre estão bem informados, podem cair facilmente em uma fraude, como o “roubo de contas”, com fraudadores usando os seus dados”. Já do lado do comércio, ele percebe uma enorme quantidade de criação de contas e a dificuldade de detectar se são legítimas ou de um fraudador. “Como não existe um histórico de compras de um consumidor novo no online, isso traz outros desafios como o falso positivo. Ou seja, não aprovar um usuário bom, por exemplo”.

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Para Carvalho, no momento em que o usuário tem uma má experiência de compra, ele não voltará a comprar mais ali. “Há ainda a questão em que novos negócios nem sempre iniciam o empreendimento com ferramentas corretas. Resultado: são fraudados”.

Como se proteger nesse cenário?

3D-S 2.0

Durante sua apresentação, Carvalho apontou algumas opções de soluções de gerenciamento de fraudes e segurança para o e-commerce. A primeira delas seria o protocolo de autenticação 3D-S 2.0, onde o banco fica responsável pela fraude. Aqui, a taxa de autorização é bem maior, uma vez que o banco entende que a pessoa fez as autenticações necessárias e cede à aprovação assim que autenticado.

Anti-Fraude

Já no sistema antifraude existe, além de revisão com base em dados históricos, de terceiros e machine learning, a capacidade de personalizar/customizar o consumidor de acordo com o seu negócio. Tudo ocorre para maximizar a receita e minimizar os custos operacionais e perdas por fraudes.

Tokenização

No caso da tokenização, Carvalho afirma que proporciona mais segurança, porque é criado junto ao banco emissor. Além disso, gera uma visão única do consumidor (físico e online), traz mais receita — pois o número do cartão é sempre atualizado —, promove checkout com um clique, habilita outros dispositivos, e por aí vai.

O futuro do open banking

Outro ponto abordado pelo especialista em sua apresentação foi em relação ao open banking. Novidade global, o sistema bancário é sempre impulsionado por dois pontos: a regulação (por aqui, o Banco Central já lançou sua primeira fase) e a inovação.

O fluxo atual de uma jornada financeira é o consumidor acessando o site do banco ou de fintechs — porém, com o relacionamento sempre de um para um. Com o open banking, segundo Carvalho, isso muda: “é o consumidor que precisa habilitar as informações e, consequentemente, compartilhá-las com o banco”. Com isso, ele afirma que o open banking pode gerar soluções inovadoras. “Sabendo que você vai viajar, por exemplo, o open banking pode te oferecer um seguro, ou um plano de previdência, um aumento de limite… As possibilidade inspiradas em seu perfil são infinitas e disruptivas”.

Para o futuro, ele acredita que os assistentes por voz oferecerão serviços financeiros, por exemplo, impacto esse que pode afetar (positivamente) os estabelecimentos comerciais. Já imaginou como essas soluções poderiam impactar no seu negócio?

Por Giuliano Gonçalves, da redação do E-Commerce Brasil.



Fonte feed: E-commerce Brasil