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Um ano se passou desde o início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, mas é em agosto de 2021 que ela começa a produzir seus efeitos, levando o e-commerce brasileiro a sentir o impacto de sua aplicação.

Um casal e uma criança sentados no sofá olhando para um notebook
Dia dos Pais é primeira data sazonal com sanções da LGPD em vigor.

A LGPD foi instituída para trazer benefícios aos cidadãos, garantindo mais transparência na comunicação, além de segurança e privacidade aos dados pessoais do usuário, que agora escolhe consentir ou não com o uso destas informações pela empresa e também pode optar pela exclusão delas a qualquer momento.

Com isso, as empresas precisam definir padrões de segurança para armazenamento e organização desses dados, pois além de atenderem às solicitações de exclusão, também estarão sujeitas a auditorias que verificam as conformidades de sua utilização.

As empresas que descumprem requisitos estabelecidos pela LGPD — como ações envolvendo falta de transparência na coleta e no uso de dados, além de vazamentos, ainda que não intencionais — passam a estar sujeitas a penalizações proporcionais à gravidade de cada caso, com advertências até multas de 2% do faturamento da empresa, no limite de R$ 50 milhões, além de proibições parciais ou totais da manipulação de dados.

Em ambientes digitais, são diversos os pontos afetados pela nova lei, tais como recolhimento de cookies, cadastros para e-mail marketing, entre muitas outras ações que envolvem a captura de dados. Contudo, um cenário que merece atenção especial neste novo contexto da aplicação da lei é o das transações de compra e venda virtual.

Lembre-se: na finalização de toda compra, o usuário precisa preencher cadastros com dados sensíveis, como CPF, endereço e até mesmo número do cartão de crédito. Neste ponto, é preciso estar ciente que a maioria das lojas virtuais não pode armazenar qualquer tipo de dado de pagamento. Informações de cadastro são permitidas, mas toda a captura e armazenamento deve ser comunicada e justificada ao cliente final.

Nesse contexto, as plataformas de pagamento se tornam grandes aliadas das lojas virtuais, pois trabalham nativamente utilizando recursos de segurança, como a criptografia de ponta a ponta, e estão munidas de certificações, como a PCI Compliance, por exemplo, para ampliar a proteção de dados de pagamento, além de ter as devidas adequações à LGPD já incorporadas, sendo as responsáveis por armazenar estes dados, com o devido consentimento do usuário, além de se responsabilizar por eles contra vazamentos e fraudes.

“As plataformas de pagamento online sempre lidaram com dados sensíveis, como histórico de transações e dados financeiros. Por isso, é da própria natureza da ferramenta ter camadas extras de proteção”, explica Natália Tukoff, diretora comercial e de marketing da Yapay, unidade de pagamentos do Grupo Locaweb. “Utilizamos os mais variados recursos para minimizar a exposição de dados, inclusive armazenamento dos cadastros e logins simplificados e compartilhados com criptografia”, completa.

O diferencial de trabalhar com uma boa solução de pagamentos é que serviços como esse contam com uma série de regras e parâmetros prontos, sem que o empreendedor precise se desgastar com isso ou investir em departamentos exclusivos para lidar com a proteção e armazenamento destas informações.

“Na plataforma da Yapay, a política e termos de uso são voltadas tanto para o usuário-comprador como para o cliente-vendedor e são claras, detalhadas e objetivas e constantemente sob revisão para se adequar ao mercado e aos novos produtos. Além disso, de acordo com as políticas do grupo Locaweb, a Yapay informa a todos os usuários como funciona o armazenamento, tráfego e segurança de dados que trafegam na base da empresa”, destaca a diretora.

Além de todo o aspecto técnico exigido por lei, boas plataformas de pagamento ainda se preocupam em garantir um ambiente adequado para conversão de vendas para as empresas, sem deixar de lado a preocupação com a experiência dos usuários compradores.

“Alguns aspectos, como o checkout transparente (quando a finalização da compra é feita no próprio ambiente da loja virtual, sem direcionamento ao site da plataforma de pagamento), contribuem para ampliar a sensação de segurança do comprador, aumentando índices de conversão ao evitar as distrações que um redirecionamento pode causar, além de agregar confiabilidade para a loja virtual”, acrescenta Tukoff.

Com esse ambiente seguro, além de cumprir as novas normas, amplia-se a possibilidade de fidelização de clientes que estão cada vez mais exigentes e atentos aos seus direitos. “Sem dúvida a preocupação em respeitar as leis e proteger os dados do usuário é percebida e contabilizada como um reforço positivo para a imagem do e-commerce e conta pontos para vendas futuras”, finaliza a diretora.



Fonte feed: E-commerce Brasil